Volte para casa em um horário diferente, por um caminho diferente. Esqueça a dor no joelho. Coloque música para tocar bem alto, sem fone, para que as pessoas que passarem por você também possam ouvir. Olhe para cima da rua, sinta o cheiro da cidade à noite. Sinta-se realizada. Sorria pelas suas escolhas. Que escolhas. Perceba que aquela sua velha inimiga foi a responsável por isso. Que ironia. Agora largue a bolsa na calçada, abra os braços e corra. Atravesse a rua correndo, sinta o frio no seu rosto, cante a música e chore. Chore porque você é feliz.
domingo, 8 de março de 2009
quarta-feira, 4 de março de 2009
A menina conversando com a morte
Já não produzo lágrimas por isso. Não sei a ordem das lembranças. Tenho em mente os lugares, algumas fotos e as cores. Sinto falto do cheiro. Confundo nosso conforto com outros confortos: minha cabeça no seu peito parece o mesmo que meu abraço ao travesseiro. É mentira o que falei sobre as lágrimas, ainda as forço para acabar mais rápido com a dor. Ás vezes acho que tenho um estoque para cada sentimento. Meu otimismo suga os surperficiais constantemente, ainda bem. O dos animais e o seu são os maiores. Simplicidade nunca é absoluta quando falamos de amor. Eu tenho medo de você...mas é você que me admira.
Postado por Luciana às 9:11 AM 2 comentários
sábado, 22 de novembro de 2008
Ele queria sentir um amor
Com paixão, com dor, completo
Só pra poder compor
A música mais linda
Ele queria beijá-la
Tocá-la, sentir o seu cheiro
Ele queria saber de tudo
Compartilhar minutos, viver o sublime
Só pra poder compor
A música mais linda
Não precisava ser eterno
Sabia que o tempo acostumaria
E que os encantos diminuiriam,
Mas ainda precisava encontrá-la,
Reconhecê-la, conquistá-la
Encará-la , até chorar
Só pra poder compor a música mais linda
E então sentir seu coração parar
Com paixão, com dor, completo
Só pra poder compor
A música mais linda
Ele queria beijá-la
Tocá-la, sentir o seu cheiro
Ele queria saber de tudo
Compartilhar minutos, viver o sublime
Só pra poder compor
A música mais linda
Não precisava ser eterno
Sabia que o tempo acostumaria
E que os encantos diminuiriam,
Mas ainda precisava encontrá-la,
Reconhecê-la, conquistá-la
Encará-la , até chorar
Só pra poder compor a música mais linda
E então sentir seu coração parar
Postado por Luciana às 12:01 AM 7 comentários
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
Se eu voltar
O meu começo perde a razão
Parte pro passado, vira escuridão
Assim como de olhos fechados vejo branco
Os meus sonhos não têm ordem, não têm lógica
É sentimento puro, sem rumo
Romance eterno, até a manhã
Onde o preto vai, e ela vem
Como um sopro de ar gelado
De cara aberta e peito fechado
A rotina da minha vida
Que me prende, mas que não tem cadeado
O meu começo perde a razão
Parte pro passado, vira escuridão
Assim como de olhos fechados vejo branco
Os meus sonhos não têm ordem, não têm lógica
É sentimento puro, sem rumo
Romance eterno, até a manhã
Onde o preto vai, e ela vem
Como um sopro de ar gelado
De cara aberta e peito fechado
A rotina da minha vida
Que me prende, mas que não tem cadeado
Postado por Luciana às 3:45 PM 3 comentários
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Como já dizia a música
Sou um cientista, meu papo é futurista e lunático. E eu vivo sempre no mundo da lua.
Provavelmente não sabiam que cientista que é cientista tem que ter concentração de monge. Ou porque vale tudo no mundo da arte. Tô perdida. Acho que vou pegar a carona. Será que chego em casa mesmo?
Sou um cientista, meu papo é futurista e lunático. E eu vivo sempre no mundo da lua.
Provavelmente não sabiam que cientista que é cientista tem que ter concentração de monge. Ou porque vale tudo no mundo da arte. Tô perdida. Acho que vou pegar a carona. Será que chego em casa mesmo?
Postado por Luciana às 11:41 AM 1 comentários
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Mush
Tanta umidade nessa terra de uma só estação. Chuva, vento, frio. Liga aquecedor da água, do banheiro e dos quartos. Coloca meia-calça, calça jeans, blusa 1, blusa 2, meia, tênis, casaco, luva, cachecol. Na hora de dormir, passa a mão desesperadamente no colchão para ver se esquenta. Para acordar, coloca mais 5 minutinhos durante uma hora, e mesmo assim tem que lutar contra o diabinho toda vez que olha lá fora. Dá para ver as gotinhas de água do lado de dentro da janela, do lado de dentro! Mas tudo isso dá para aguentar.
Só não aceito o fungo. Aí já é demais.
Postado por Luciana às 7:42 PM 3 comentários
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
Onde o mundo vai parar?
Por mais clichê que essa frase seja, é ela que me vem a cabeça quando leio certas coisas. Para mim, podemos avaliar a índole de uma pessoa pela maneira que ela trata os animais. No meio de inconcebíveis namorado mata namorada, madrasta mata enteada, pai mantém a filha presa por 24 anos e tem 7 filhos com ela, notícias como “Três crianças matam canguru a pauladas na Rússia” “Menino invade zoológico e alimenta crocodilo com animais raros” me chocam da mesma maneira. Não sou adepta de quem não gosta de animais. O círculo da vida não tem fim e tá todo mundo dentro. O respeito começa aí.
Postado por Luciana às 8:52 AM 6 comentários






